De acordo com Geber Rabalho, professor do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), conselheiro do CESAR e professor extraordinário da CESAR School, a transformação digital implica em:
“Mudanças profundas em cultura, processos, competências, produtos/serviços e modelos de negócio, visando tirar o máximo proveito das oportunidades oferecidas pelas tecnologias digitais”.
Ou seja, a transformação digital é um mergulho profundo em mudanças e melhorias possíveis através da tecnologia.
O conceito, explorado no livro Transformação Digital: Uma jornada possível, de Eduardo C. Peixoto, alerta que no centro desse movimento estão os negócios e as pessoas.
Enquanto o livro era escrito, durante a pandemia de Covid-19, a pressão sobreveio a milhares de negócios para se digitalizar. Outros, porém, que já nasceram digitais, experimentaram a oportunidade de crescer.
Os colaboradores também foram inundados de novidades, entre elas a necessidade do trabalho remoto, novas tecnologias e atribuições.
Agora, três anos após o início da pandemia, conseguimos entender melhor o trabalho remoto e eleger os principais pontos de melhoria desse modelo que, de acordo com a pesquisa da Think Work, são:
- Fazer a manutenção da cultura corporativa (32%)
- Gerir equipes à distância (22%)
- Gerir/compartilhar conhecimento (20%)
A partir desses dados, podemos ver que o RH enfrenta desafios referentes à adaptação a uma nova gestão de pessoas, que é digital e à distância.